A compra entra pelo XML da nota
Você sobe o XML (um, vários ou o ZIP do mês). O app lê a nota, reconhece o fornecedor, casa cada item com o produto que já existe e mostra o que é novo — sem redigitar descrição, NCM ou quantidade.
A mercadoria chega com uma nota que ninguém lança: o produto é recadastrado com outro nome, o NCM vem do chute, o ICMS-ST e a antecipação ficam fora do custo, e o preço acaba saindo de uma margem sobre o número errado. No caixa, a venda é digitada numa máquina que não conversa com o estoque; no fim do mês, o saldo do sistema não é o da prateleira e ninguém sabe qual produto dá lucro.
O Maxmizze Comercial amarra tudo num fio só: o XML da nota de entrada identifica o fornecedor, casa os itens com o catálogo, calcula o custo efetivo — frete, seguro, despesas, ICMS-ST e antecipação — e só então move o estoque e gera o contas a pagar. Esse custo é o que o PDV usa para mostrar a margem de cada venda, e a NFC-e sai com a tributação que o produto já carregava.
Seis telas, um fio só: o que entra pela nota de compra chega ao cupom do cliente sem ser digitado de novo.
Você sobe o XML (um, vários ou o ZIP do mês). O app lê a nota, reconhece o fornecedor, casa cada item com o produto que já existe e mostra o que é novo — sem redigitar descrição, NCM ou quantidade.
NCM, CEST, CFOP, CST/CSOSN e o cClassTrib da Reforma vêm da base fiscal do Maxmizze Legis, com a fonte legal ao lado. O que a máquina não tem certeza ela marca para revisão — e o que uma pessoa já conferiu ela nunca sobrescreve.
Frete, seguro, despesas e desconto rateados por item; ICMS-ST e antecipação somados; crédito deduzido conforme o regime. É esse custo que entra no médio, e cada movimento guarda o saldo depois dele — o estoque é auditável, não uma conta que alguém refaz.
Leitura de código de barras, busca por descrição, desconto com permissão, várias formas de pagamento e troco. A venda fecha, baixa o estoque e registra o caixa — sem depender da SEFAZ para acontecer.
O documento é montado, assinado com o A1 da empresa e transmitido à SEFAZ. Cupom com QR Code na bobina, NF-e com DANFE em A4, cancelamento, carta de correção e inutilização de faixa — cada um no seu prazo, e o app recusa o que a regra não permite antes de gastar a transmissão.
Abertura, sangria, suprimento e fechamento com a diferença apurada. O crediário vira parcelas a receber; a nota de compra vira contas a pagar. Nada é lançado duas vezes, porque nada é lançado à mão.
Um plano com tudo, sem período de teste: você cria a conta, escolhe mensal ou anual e o acesso libera assim que a primeira fatura é paga. Uma assinatura serve mais de um CNPJ — matriz e filiais entram na mesma conta, cada uma com o seu estoque, o seu caixa e a sua numeração.
Um plano só, com tudo o que o app faz — para parar de recadastrar produto, de vender sem saber o custo e de fechar o mês com um estoque que não bate.
Doze meses pelo preço de R$ 250 por mês — você economiza R$ 348 no ano.
Assinar anualNão. Você cria a conta, escolhe mensal ou anual e recebe a fatura na hora (PIX, boleto ou cartão). Assim que o pagamento é confirmado, o acesso libera sozinho — em geral em minutos no PIX e no cartão.
Para emitir NFC-e ou NF-e, sim: o certificado A1 (arquivo .pfx) da empresa emitente. Ele fica guardado cifrado e assina o documento dentro do app. Produtos, compras, estoque, PDV e financeiro funcionam sem ele.
O CSC (código de segurança do contribuinte) é gerado pela SEFAZ do seu estado, no portal onde a empresa já se credencia. São dois — um de homologação e um de produção — e o app guarda cada um no seu lugar, cifrado. Ajudamos na primeira configuração.
Não. Uma assinatura tem quantas empresas e estabelecimentos você cadastrar. Cada loja tem o próprio estoque, caixa, numeração e certificado; o catálogo de produtos é compartilhado pela empresa. Você troca de loja no cabeçalho.
Sim, sem custo a mais: até 10 usuários numa assinatura, cada um vendo só a sua parte. O operador de caixa não vê o custo dos produtos, o estoquista não mexe no financeiro. Quem criou a conta convida por e-mail e escolhe o papel de cada pessoa.
O que o app faz é o mesmo. O mensal não tem fidelidade e renova todo mês; o anual paga doze meses de uma vez com desconto e renova uma vez por ano. Para trocar de um para o outro, cancele a renovação e assine de novo no outro ciclo — o período já pago continua valendo até o fim.
O cancelamento impede a renovação, não o período já pago: o acesso vale até a data que estava valendo (o mês, no mensal; os doze meses, no anual). Seus dados continuam aqui se você voltar.
A cobrança chega como fatura do Asaas, onde você escolhe PIX, boleto ou cartão. Dado de cartão não passa por este sistema em momento algum.
R$ 279 por mês sem fidelidade, ou R$ 3.000 por ano. O acesso libera com o pagamento da primeira fatura.